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quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Solidão e evolução

"As pessoas se encantam quando estão só, e assim elas se deixam levar por qualquer atitude de carinho. É na solidão que a gente se apaixona, é na solidão que a gente faz planos , é na solidão que a gente procura ser feliz.
Quanto se tem alguém, não se tem tempo pra pensar em fazer planos ou procurar ser mais feliz, estamos tão embriagados e eufóricos de amor que a solidão parece nunca ter existido,e esse é problema! Não damos valor ao que temos, porque a felicidade de se ter algo nos faz esquecer quando não tínhamos nada!
E de nada vai adiantar você tentar fazer com que isso seja diferente a felicidade é boa pra essas coisas.
O bom mesmo é torcer pra que nunca se acabe, e se isso acontecer lembrar que tentar mais uma vez é muito gostoso também!
Das experiencias que tivemos tiramos lições boas e ruins, mas de que importa isso se você não vive sozinho e se amar alguém novamente você fará tudo de novo quantas vezes forem necessárias!
Porque amar nos embriaga de felicidade e nos causa amnésia!
E quem não quer amar não deveria existir...."

Juliana Prado

Das coisas que precisam ser feitas

Muito se fala de feminismo e machismo nos nossos tempos, mas pouco se analisa a fundo o que cada um destes termos realmente significa  na vida das pessoas. Há mulheres decididamente feministas e negam que os homens sofram tanto quanto nós as pressões sociais dos nossos tempos. Machismo e feminismo são a mesma coisas: opressão. O machismo não faz mal só às mulheres: faz aos homens também e a humanidade toda.  

  Imagem: Oscar Marzaroli (1933 - 1988)
Que nenhum menino seja coagido ou obrigado pelo pai, amigos e parentes a ter a primeira relação sexual da vida dele com uma profissional do sexo.

Que nenhum menino seja exposto à pornografia precocemente para estimular sua “macheza” quando o que ele quer ver é só desenho animado infantil.


Que ele possa aprender a dançar livremente, sem que lhe digam que isso é coisa de menina.

Que ele possa chorar quando se sentir emocionado, e que não lhe digam que isso é coisa de menina.

Que não lhe ensinem a ser "cavalheiro", mas educado e solidário, com meninas e com os outros meninos também.

Que ele aprenda a não se sentir inferior quando uma menina for melhor que ele em alguma habilidade específica – já que ele entende que homens e mulheres são igualmente capazes intelectualmente e não é vergonha nenhuma perder para uma menina em alguma coisa.

Que ele aprenda a cozinhar, lavar prato, limpar o chão para quando tiver sua casa poder dividir as tarefas com sua mulher – e também ensinar isso aos seus filhos e filhas.

Que não lhe estimulem a ser agressivo na paquera, a puxar as meninas pelo braço ou cabelos ou a falar obscenidades no ouvido de uma garota só porque ela está de mini-saia.

Que ele não tenha que transar com qualquer mulher que queira transar com ele, que se sinta livre para negar quando não estiver a fim – sem pressão dos amigos.

Que ele possa sonhar com casar e ser pai, sem ser criticado por isso. E, quando adulto, que possa decidir com sua mulher quem é que vai ficar mais tempo em casa – sem a prerrogativa de que ele é obrigado a prover o sustento e ela é que tem que cuidar da cria.

Que, ao longo do seu crescimento, se ele perceber que ama meninos e não meninas, que sinta confiança em seus pais para falar com eles sobre isso e ser compreendido.

Que todo menino seja educado para ser um cara legal, um ser humano livre e com profundo respeito pelos outros e não um "machão" de sentimentos sublimados.

Acredito que se todos forem criados assim eles se tornarão homens mais felizes. E as mulheres também serão mais felizes ao lado de homens assim. E o mundo inteiro será mais feliz.


terça-feira, 13 de agosto de 2013

Quem ganharia essa?


Rectifire, a polêmica arma de Saints Row IV

Hello guys...
Viajando pela web aí, encontrei no blog do Jovem Nerd uma coisa intrigante...

A saga de Saints Row VI era para ter sido lançado na Austrália mas o jogo acabou sendo proibido por lá.  Entre outros motivos, por conta da arma de sonda anal chamada Rectifire. Que aparece pela primeira vez nesse vídeo, onde os desenvolvedores comentam sobre os novos poderes que o jogador vai ter no game.
O resultado da criação da Rectifire foi tão perturbador que até mesmo o cara que teve a ideia para a arma pediu que ela fosse tirada do jogo… obviamente, ela continuou no game.
Bom, pra quem ficou curioso, em Saints Row IV você jogará como o presidente dos Estados Unidos tentando repelir uma invasão alienígena. Que acorda de um ambiente ao melhor estilo Matrix e descobre que o mundo não era como ele imaginava. Mas vai contar com a ajuda do vice-presidente para acabar com os malditos alienígenas.
O jogo será lançado dia 20 de agosto para PC, PlayStation 3 e Xbox 360.

O que não tem censura nem nunca terá

 

"Uma recente pesquisa britânica revela que metade das garotas de 6 anos já estão infelizes por causa da aparência de seus corpos. Isso acontece porque o que se vê no espelho não é aquilo que aparece nas revistas, o importante detalhe, porém, é que o que se vê nas revistas é mentira. Não aguentamos mais a censura dos nossos corpos, o uso de ferramentas tecnológicas para anular aquelas de nós que aparecem nas revistas e alienar aquelas de nós que leem essas mesmas revistas. Celulites, banhas e estrias não devem ser motivo de vergonha. Há várias formas de violência. A violência simbólica nos golpeia todos os dias; nos joga na cara diariamente que não temos um corpo à altura. À altura do que? À altura de quem? Nossos corpos permitem toda forma de contato que temos com o mundo - do nosso gozo a nossa dor - e nunca permitiremos que sejam objetos moldados pelo patriarcado. Que nada nos submeta, que nada nos defina! Que nenhuma mulher mais morra em mesas de cirurgia estética; que nenhuma menina mais volte chorando pra casa porque antes mesmo de poder formar uma identidade já foi "avisada" de que o que importa é aparência; que cessem as mortes por bulimia e por anorexia; que possamos usar a roupa que quisermos sem virarmos piada de programa de TV escroto; que andemos nas ruas a hora que quisermos, vestidas como quisermos, sem o risco de sofrer qualquer forma de violência. É dissimulado quem não vê que o machismo grita e mata. 

 

Que a sociedade que nos chama de feia é a mesma que nos estupra! Não mais. Sem doçura ou resignação."